quinta-feira, março 31, 2016

Ribas - Saudades Sem Fim (3ª edição)



RIBAS, SAUDADES SEM FIM - 3ª Edição

A Out Of Sight Crew orgulha-se de apresentar a 3ª Edição de um tributo a uma das principais figuras do Punk Rock em Portugal, o lendário João Ribas. 



A repetir as edições de 2014 e 2015 que contaram com a participação das bandas 100 SURRADOS, DESALINHADOS, CONTRA-MÃO, SUSPEITOS DO COSTUME, ARTIGO 21, A CHAMA, etc... este ano vamos ter um cartaz de luxo que não vais querer perder!!


 
BLOWFUSE { Sp }
https://www.youtube.com/watch?v=ZSIgok-lolA

# Após uma estreia memorável no 1º show de 2015 da OSCrew no Morbidus Bar em Faro... regressam à 'nossa casa' para mais uma actuação repleta de melodia e singalongs que requerem uns bons movimentos no pit e stage dives qb.


100 SURRADOS
# Pela 3ª vez consecutiva este é um reencontro anual de um tributo ao João Ribas com temas de Kú de Judas, Censurados e Tara Perdida. Uma boa altura para reviver aqueles clássicos que ouvimos desde o 1º dia que o punk-rock entrou nas nossas vidas.

THE UNEXPECTED END
# Estreia em Faro deste novo projecto de punk-hardcore algarvio. Oriundos de Loulé e prestes a entrar em estúdio ei-los em estreia absoluta na ARCM para abrir as hostes deste evento.

 Local : Assoc RC Músicos, Faro
Data : 2 Abril 2016 [ sábado ]
Abertura : 21h30
Entrada : 5$

"Outside the Lines: Lost photographs of punk and new wave's most iconic albums"


Vai ser lançado no próximo dia 7 de Abril um livro da autoria de Matteo Torcinovich sobre icónicas capas de discos clássicos do punk, contemplando também alguns títulos de bandas new wave...

Outside the Lines: Lost photographs of punk and new wave's most iconic albums



Esta compilação de imagens impressionantes do punk e álbuns mais emblemáticos da new wave descobre algumas fotografias perdidas, juntamente com as histórias por trás delas.

Contém centenas de fotografias, acompanhadas de histórias, entrevistas e relatos em primeira mão a partir dos próprios fotógrafos, este livro dá acesso aos raros ´behind-the-scenes` e histórias sobre como ocorreu os processos criativos por trás. 



terça-feira, março 29, 2016

The Dirty Coal Train ao vivo no Sabotage Rock Club (Lisboa)



Johnny Rotten poderá perder a visão


Segundo noticia publicada no Daily Record (do Reino Unido), Johnny Rotten ou se preferirem John Lydon, está a perder a visão que foi prejudicada por meningite na sua infância e que agora com 60 anos está a piorar, podendo mesmo ficar cego...


Punk Legend John Lydon is going blind: 'If I lose my eyesight, I lose my life'



The Sex Pistols star, 60, now wears glasses on stage “so I don’t fall off the edge”.



Podem ler a notícia na íntegra, clicando aqui!



Corrosion DIY Underground Fest - evento em Coimbra



segunda-feira, março 28, 2016

Anarchicks - concerto no Musicbox (Lisboa)


Dia 2 de Abril voltamos ao MUSICBOX LISBOA para partilhar convosco o nosso novo trabalho - WE CLAIM THE RIGHT TO REBEL AND RESIST.


Conflict - "Fenders Ballroom 1985 Live" (vídeo)


Para recordar a banda anarcho/punk inglesa Conflict (formada em 1981 no sul de Londres), aqui fica um vídeo com um concerto realizado em 1985 no Fenders Ballroom em Long Beach (E.U.A.).


São cerca de 55 minutos de imagens captadas ao vivo...





sábado, março 26, 2016

Evento em Lisboa


ANTICHRISTDEMONCORE + IMPLORE + BAS ROTTEN


19h
Disgraça - Rua da Penha de França 217B - Lisboa
Donation: 4-6 DIY's



sexta-feira, março 25, 2016

quinta-feira, março 24, 2016

Chelsea - "Anthology Series" (edição tripla de boxes)


Os ingleses Chelsea acabam de divulgar que vão lançar no próximo mês de Abril três edições em jeito de antologia da banda.

As caixas (box 3CD) contêm os nove álbuns editados, temas com gravações diferentes e ainda algumas raridades...



De recordar que a banda de formou em Londres em 1976, com o (actual e carismático) vocalista Gene October e ainda com Billy Idol, Tony James e John Towe, que após alguns concertos ao vivo, estes três membros iriam deixar os Chelsea para formar uma nova banda (Generation X).

O primeiro tema lançado em vinil (single) foi «Right To Work» (1977), que abordava directamente a situação de desemprego que se vivia na altura e é considerado mundialmente como um verdadeiro clássico do punk.

O último álbum foi "Saturday Night Sunday Morning" (editado em 2015).


Danzig - "N.I.B." (vídeo)


Aqui fica o mais recente vídeo de Danzig, trata-se de "N.I.B.", um tema original dos Black Sabbath nesta versão de Glenn que faz parte do último disco «Skeletons» editado em Novembro de 2015.






quarta-feira, março 23, 2016

João Ribas deixou-nos há dois anos


Foi no dia 23 de Março de 2014 que João Ribas desapareceu fisicamente, mas deixando um legado enorme, que inegavelmente marca e marcará gerações.



Passou por bandas como os Kú De Judas, Censurados, N.A.M., Kamones, Tara Perdida e Osso Ruído, para além de passagens e participações nos Dalai Lume, Re-Censurados, PunkSinatra, Projecto Ciro e muitos outros.

Para recordar alguns desses momentos, seguem alguns vídeos já abaixo, inclusivamente (no último) a festa-tributo dedicada a ele, realizada em Lisboa em 2010...
















terça-feira, março 22, 2016

Peste & Sida ao vivo no Side B em Benavente - Cancelado



ATENÇÃO: EVENTO CANCELADO



Berlin Blackouts - "I Won’t Back Down To Anyone" (vídeo)


Aqui fica o novo vídeo da banda alemã Berlin Blackouts, intitulado "I Won’t Back Down To Anyone"...





Gazua - festa de despedida do baixista Paulinho (Lisboa)


Dia 1 de Abril damos o último concerto com o nosso companheiro de luta e baixista da banda desde 2006. 

O Paulinho foi um elemento chave nos GAZUA e dia 1, é dia de celebrar estes 10 anos de caminhada! 



Apareçam no Bar popular em Alvalade! 22:30h! GAZUA


segunda-feira, março 21, 2016

"A História Do Punk ´Made In` Portugal" - reportagem na Blitz


O site da Blitz disponibilizou online uma reportagem publicada na revista em Dezembro de 2012, intitulada "A História Do Punk ´Made In` Portugal"...


Primeiro foi um disco pirata de António Sérgio. Vieram depois os Faíscas e os Aqui d’el Rock. Por cá, mas também lá fora, um jovem Zé Pedro tomava notas sobre aquela que viria a ser a influência primordial dos Xutos & Pontapés. Traçamos o percurso do punk português, passando pela “resistência” dos anos 80, com Mata Ratos, Crise Total e Ku de Judas, a “tradição coimbrã” dos anos 90, com os Tédio Boys (na foto), e a vaga hardcore dos X-Acto.


Curiosamente, este blog vem mencionado...

O homem do leme do orgão oficioso da cultura punk em Portugal, o blog billy-news.blogspot.com, começa por apontar a abertura de uma mítica sala dos anos 80 como um balão de oxigénio para a resistência punk em Portugal...


Podem ler a reportagem na íntegra, clicando aqui!

 

Dalai Lume ao vivo em Vendas Novas



domingo, março 20, 2016

Bad Brains - gravam sem vocalista (com doença rara)


O vocalista dos norte-americanos Bad Brains sofre de uma rara doença neurológica (SUNCT), que causa dores de cabeça constantes e mau estar, sem cura conhecida nem tratamento eficaz para reduzir os sintomas.


O estado de HR tem se agravado nos últimos dias e tem se recorrido a tratamentos herbais, acupunctura e outras alternativas, ainda sem sucesso.

Foi criado um fundo para ajudar a pagar as despesas do vocalista, podem espreitar a página aqui!

Também o guitarrista da banda, Dr. Know foi hospitalizado no passado mês de Novembro, com problemas cardíacos.

Apesar destes contratempos, os Bad Brains estiveram em estúdio no ano passado a gravar «Woodstock Sessions», um EP sem o vocalista e também a preparar temas para o próximo álbum (o sucessor de "Into The Future" de 2012), ainda que sem divulgarem qualquer data de edição.


Discharge - "Hatebomb" (vídeo)


Os ingleses Discharge disponibilizaram mais um tema do seu próximo álbum, «End Of Days» que será lançado no
dia 29 de Abril.

Podem ver e ouvir a faixa "Hatebomb" já abaixo...

sexta-feira, março 18, 2016

Carlos (Self-Rule, Barrinha Festival) - entrevista sobre o evento cancelado


Carlos Ferreira (Self-Rule) é uma figura já bem conhecida e mesmo carismática entre quem o conhece pessoalmente.

O sempre bem-disposto punk de Esmoriz que é vocalista da banda street-punk Self-Rule formada em 2011 naquela localidade, foi um dos organizadores do evento ´Barrinha Festival` de 2015, que a poucos dias de decorrer no mês de Julho, foi cancelado.


Foi o ´difícil porta-voz` das piores notícias, quando divulgou a decisão final e definitiva, para  tristeza de muitos fãs de punk rock, especialmente pelo diversificado cartaz que trazia a Portugal imensas bandas em estreia.




O Billy News decidiu colocar-lhe algumas questões básicas, mas pertinentes o suficiente para percebermos um pouco melhor o que se passou. Seguem já abaixo as perguntas e respostas dadas pelo próprio Carlos.






Billy News- Comecemos pela análise ao cartaz do evento. Não achaste ambicioso demais, ter tantas bandas especialmente estrangeiras? Com as habituais dificuldades básicas e logísticas (bilhetes de avião, transporte dos músicos, acomodações, etc.) irias estar quase 24 sobre 24 horas acordado para coordenar tudo… ou estarei enganado?

Carlos (Self-Rule) – Em primeiro lugar quero agradecer-te pelo convite e oportunidade de poder (através do teu blog) dar resposta às dúvidas das pessoas em relação ao cancelamento do “Barrinha Festival”. 

Antes de responder à questão do cartaz, e se devíamos ou não ter pensado em algo menor, devo esclarecer algo em relação aos organizadores do festival. Este festival começou com uma organização de três pessoas, e ao fim de pouco tempo juntou-se um quarto elemento que, por ter um passado associado ao Punk Rock, pediu para entrar na organização com o intuito de nos ajudar nesta caminhada, ou seja, não comecei nem acabei isto sozinho. 
No verão de 2014 fui contactado por um colega que já tinha este festival em mente com outra pessoa antes de me abordarem. Nesse telefonema, disse-me que gostaria de organizar um festival punk em Esmoriz, e que seria mais ou menos desta dimensão que já todos sabemos. Posto isto, lembrei-lhes que isso seria um bocado ambicioso, mas também percebi que eram pessoas que já conheço há muitos anos e que já fizeram tantas outras coisas, ou seja, talvez fosse interessante ouvir até ao fim. 
E confesso que, no fundo, estavam a mostrar-me algo com que sonhava, e que sei que muita gente que gosta de Punk Rock em Portugal sonha; e por isto tudo e também por ser na minha terra, pensei que podia estar ali uma oportunidade de fazer algo único. 
No entanto, confesso que talvez isso me tenha feito sonhar demasiado alto. Continuando, depois do que ouvi fiquei com a certeza de que era possível fazer algo com a dimensão do cartaz que todos já conhecem. Os organizadores tinham os contactos certos (iriam utiliza-los) e isso implicava, como é óbvio, verbas para a maioria das despesas do evento, o que já incluía o local do festival, bem como o palco. Cada um de nós (os organizadores) estava incumbido de determinadas funções. 
A minha função era pensar num cartaz com uma estratégia maioritariamente assumida por mim, mas no final com a concordância de todos, dentro dum plafond que seria assegurado em breve; e contando sempre (embora pouco) com a bilheteira antecipada que poderia ajudar nalgumas questões.
Sabia de qualquer modo que havia sempre um risco associado, e de que algum do nosso dinheiro pessoal podia ser perdido, como é apanágio nos concertos em Portugal, diga-se. Foi isso que fiz, e no que diz respeito às bandas até tive ajuda/opinião de um amigo, no sentido de conseguir o melhor cartaz possível. Contactei as bandas (excepto The Toasters), fechei tudo com elas (cachês, datas, voos, acomodações, etc), e até já tinha tudo tratado em termos de backline etc. 

Alguns meses antes do festival, já todos os envolvidos sabiam como tudo iria ser tratado, exceptuando alguns detalhes nos voos, que foram organizados por dois de nós, e que por motivos vários, estariam a demorar mais. 
Ou seja, tudo estava a correr bem, independentemente de alguns contratempos pelo meio (bandas que não sabiam se iriam estar disponíveis para tocar em Julho, ou cachés elevados, e todos os problemas habituais nestas circunstâncias). 
Sim, era ambicioso, mas era possível, e na minha óptica (é minha, e nem todos devem concordar com o cartaz na íntegra, o que é normal…) era um cartaz bem conseguido, tanto em termos de nomes/géneros, portugueses e estrangeiros, como dentro do combinado pela organização. 
Esta era pelo menos, a minha visão.




Billy News- Basicamente, qual a razão (ou razões) principal te levou a cancelar o evento, poucos dias antes de decorrer?

Carlos (Self-Rule) - Basicamente o que faltou foi dinheiro! Não era suposto acontecer, muito menos a poucas semanas do festival. Como disse, a minha função era contactar as bandas, e com o trabalho dos outros organizadores trazê-las cá. Eu nunca fui a nenhuma reunião (devido à incompatibilidade de horários que tinha do meu trabalho com os restantes membros da organização) e nem estive presente nos contactos dos meus colegas com quem supostamente nos iria apoiar, apenas estive na reunião de apresentação do festival. Basicamente fui esperando pelos apoios que me disseram que iriamos ter, e tudo apontava para isso. 
Inclusive tínhamos fechado contratos com bandas, tínhamos tudo definido com a agência de viagens
que iria marcar os voos das bandas dentro das datas e condições que defini com todos eles, e os bilhetes estavam a ser vendidos maioritariamente através duma plataforma on-line (embora tivéssemos bilhetes em lojas, também), e isso também tinha contrato assinado. 
O meu grande erro no meio disto tudo foi nunca ter visto nada assinado e ter acreditado que apesar de haver avanços e recuos inicialmente, tudo iria ficar tratado a tempo, como já referi anteriormente, e que seria apenas uma questão de detalhes até tudo estar como devia. É verdade que não era a minha função, mas sendo eu a ponte entre o festival e as bandas, e sendo eu a cara do evento em termos da cena punk em Portugal, não devia ter ignorado essa parte. Apenas esperei pelo trabalho dos meus colegas e os apoios. Apoios esses que viriam a alhar mesmo na altura em que se iria começar a pagar os voos. 
A poucas semanas do festival e sem os apoios garantidos, não era fácil pagar todos aqueles voos e cachês das bandas etc, contando apenas com o que havia de bilheteira até ao momento e algum dinheiro nosso (e mesmo eu acreditando que iriamos chegar às 1000 pessoas no mínimo) nada me garantia que pudéssemos pagar às bandas quando cá chegassem. Não iria haver dinheiro para garantir os voos na totalidade. 
Os meus colegas estavam com muita dificuldade em acreditar que iríamos ter público suficiente para que o evento tivesse sustentabilidade no final. Por um lado, eu percebo porque também eu estava um pouco apreensivo. 
Estava a custar-me acreditar que tivéssemos apenas cerca de 300 bilhetes vendidos com um cartaz daqueles, com bandas como Sham’ 69 (line up original) por exemplo. Eu sei como o pessoal funciona, mas achava que aquilo era motivo suficiente para as pessoas mudarem um pouco a maneira de pensar. Devo dizer que desses 300 bilhetes, e porque tínhamos acesso a essa informação, mais de 80% eram vendas no estrangeiro, e isso deixou-me de certa forma chateado, embora eu saiba que lá fora eles têm melhor poder de compra, mas também ando nisto há tempo suficiente para saber
que em Portugal todos os “concertos são caros demais”, que nunca há dinheiro para a música, nem para os concertos, mas depois toda a gente tem dinheiro para outras coisas. 
Isso também desencorajou os meus colegas da organização. Mesmo assim havia muita coisa em jogo: todas as pessoas que já tinham comprado bilhete, comprado viagens, etc; as bandas que já estavam a contar virem cá tocar, contratos assinados e tudo o que implicava em termos de imagem para a cena punk de Portugal, e principalmente os prejuízos de quem acreditou em nós, e a isso juntam-se as bandas portuguesas que estavam dispostas a vários esforços para ajudar, como eu também já esperava. 
Por isso eu já estava por tudo, até porque sabia que iria ter prejuízos inevitavelmente, e preferia tê-los seguindo com o festival para a frente do que com o seu cancelamento. Sempre acreditei nisso, e continuo a acreditar, mas os meus colegas da organização não acreditaram, e cada um tem as suas razões! 
Alguns amigos ainda se disponibilizaram para se juntarem a mim para me ajudarem com o seu próprio dinheiro, (dispostos até a cometerem certas loucuras), mas eu só poderia aceitar se tivesse a certeza que recuperariam o que estavam a emprestar, e isso não era garantido. No final, todos
poderíamos ter que nos endividar para garantir que quem emprestava recebia o dinheiro de volta.
Pelos valores monetários em causa, pelos motivos pessoais que cada um deles terá, os meus colegas da organização exerceram a sua liberdade de não quererem arriscar esperar pela conclusão final da bilheteira, que a meu ver poderia fazer recuperar o que nos estavam a querer emprestar, numa espécie de “crowdfunding secreto”! 
Apenas um dos meus colegas, na recta final, talvez por ter um passado no punk e pensando na “catástrofe” que seria cancelar o festival, quis arriscar e estar lá no final para recuperarmos, fosse de que maneira fosse, o dinheiro do pessoal que queria ajudar. Mas seria tarde demais e insuficiente. Sendo assim, não aceitei, e preferi cancelar e que o prejuízo ficasse só entre os quatro organizadores. Seria um peso na consciência ter perdido o dinheiro de alguém que só estaria envolvido nisto, por paixão, mas também por erros nossos. 
Devo dizer também que quando informei as bandas de que iria ser cancelado, o primeiro a saber foi o Peter Bywaters (Peter & the test tube babies), que me pediu tempo, para não cancelar ali na recta final, porque estaria disposto a tentar uma solução que pudesse ainda salvar o festival e tudo fez para que fosse possível, mas viria a revelar-se tarde de mais. De qualquer modo agradeço-lhe por isso, pois foi das pessoas mais importantes durante o processo do festival, e até ao fim esteve sempre disposto ajudar. Deixo a dica para alguém que esteja a pensar em trazê-los cá, seria muito bom, pois merecem todo o respeito. Ele estava todo entusiasmado em vir tocar a Esmoriz, pois era a primeira vez em Portugal e ía calhar mesmo no dia do seu aniversário. Foi uma pessoa que gostei de conhecer, entre outros, e que me relembrou que ainda existem pessoas que fazem punk, e estão nele porque isso é tudo o que sabem fazer e que os preenchem. 
Digamos que por vezes é possível tirar coisas boas disto, e eu tirei bastante. Mais que não seja aprender com os erros, e não terei sido o único.




Billy News- Muita gente ainda pensou que eventualmente, o cartaz poderia ser alterado apenas para um dia, reduzindo o número de bandas participantes, mas seria obviamente complicado, com bilhetes já vendidos e alteração de condições. Chegaste a pensar nessa hipótese?

Carlos (Self-Rule) - Isso foi uma hipótese que veio à conversa, sim, embora eu não concordasse por princípio. Falamos nisso, até em desespero de causa. Talvez devesse ser um festival de um só dia logo à partida. 
Tal como dizes, havia muitas coisas confirmadas, havia contratos, havia toda uma logística que teria que ser alterada, e mesmo assim não nos garantia que não viéssemos a ter vários problemas na mesma. Mas mais do que isso, na minha óptica não era muito ético e não é dessa forma que vejo tudo isto. 
Como disse, as bandas estavam entusiasmadas, todos queriam vir pelo facto de nunca terem cá vindo, por ser na zona que era (acreditem ou não) e por várias outras razões. Teria que fazer escolhas, teria muita gente que tinha bilhete que iria ficar chateada (e com razão) porque determinada banda não viria, teria que dizer a umas bandas que vinham, e a outras que não, e também é preciso lembrar que tinham negado a participação noutros festivais e concertos para estarem cá. Diriam a uns que ficavam sem nenhum, e a outros que viriam? Se calhar não. Eu decidi assim, e repito, isso não
iria resolver os nossos problemas todos. 
De qualquer modo aceito as opiniões de toda a gente. Como eu, acho que só queriam que isto tivesse acontecido. Mas não faria isso com quem não tem culpa nenhuma, nem bandas nem público.





Billy News- Com duas bandas do evento já de bilhetes das viagens na mão (The Restarts e Funeral Dress), acabaste por realizar um concerto à parte, no Porto, de modo a compensar as despesas e ao mesmo tempo, de uma oportunidade de conhecerem o nosso país. Como decorreu tudo?

Carlos (Self-Rule) - Sim, essas duas bandas, aquando das conversas sobre os voos, quiseram comprar os voos do bolso deles, e teríamos que lhes pagar assim que chegassem, o que para mim foi uma atitude bastante agradável e que no fundo facilitava as contas para nós. 
Assim foi, e ficaram com os bilhetes de avião na mão até saberem que afinal já não iria haver festival.
Isso foi outra das coisas péssimas que aconteceram no meio disto tudo. Contudo, ambas as bandas apontaram várias razões para virem cá tocar na mesma (a mais óbvia era porque já tinham os bilhetes de avião comprados) e porque também gostavam mesmo de cá vir a Portugal visto nunca terem tocado cá antes. 
Para não falar duns quantos amigos deles e público de ambos os países e outros, que iriam cá estar fosse de que maneira fosse. E gostei da ideia. 
Mas, nas condições em que tudo estava, era muito difícil e teríamos mesmo que lhes pagar os voos sem que viessem tocar. 
Quando contei isto a um amigo, o Vitor Paiva (vocalista dos Grito! e fundador do Festival Invictoi!) e o Filipe Martins (baixista da minha banda e co-fundador do mesmo festival) disseram logo que se fosse possível pagar os voos, ajudariam a trazer as bandas cá, desta vez debaixo da organização do Invictoi!, e para além de dar-mos algo a quem queria ver na mesma, e dar-mos esse prazer às bandas, ainda podíamos quiçá, fazer algum dinheiro para a inevitável perda de dinheiro com o cancelamento. Os meus colegas da organização na altura acabaram por concordar e adiantaram o dinheiro para esses voos, pagando assim parte do que seria uma dívida conjunta no final das contas, e o concerto fez-se no Cave 45 (bar no Porto) onde as pessoas são também impecáveis e ajudaram no que puderam! 
Confesso que não tinha muita esperança que pudéssemos fazer algum dinheiro com isso, mas realmente o que importava era que as bandas pudessem vir, as pessoas que ainda queriam e/ou podiam ver alguma coisa, vissem, e o objectivo foi alcançado. 
Sem lucro, mas também sem mais perda do que já estava definida como inevitável. Só se ganhou bons amigos e um bom espirito punk que o festival devia ter proporcionado em maior escala!





Billy News- Em relação aos Festivais Punk em Portugal, especialmente de maior dimensão e ao ar livre. Houve muito poucos registados até agora, Faro em 1996 deu alguns problemas apesar do sucesso da quantidade de gente presente e do excelente cartaz. Achas que há um ´azar inerente`, no que toca ao nosso país, neste tipo de eventos, olhando por exemplo, para a quantidade que decorre no país vizinho?

Carlos (Self-Rule) - Não me parece que haja azar nenhum, não acredito muito em azar, muito menos nestas coisas. Tudo o que acontece é fruto dos nossos actos, da forma como fazemosas coisas, como nos dedicamos a elas e o prazer que temos nisso.
 Em primeiro lugar acho que muitas vezes, tal como nós, nem sempre as pessoas fazem bem as coisas, por vezes cometem-se erros que não se deviam cometer. Também acho que a escassez de concertos e festivais verdadeiramente motivadores e de qualidade faz com que algumas pessoas tentem fazer o possível e impossível para que algo aconteça, aproveitando as oportunidades que aparecem, mas nem sempre se faz da forma mais racional. 
Por outro lado, acho que tudo tem muito a ver com a atitude das pessoas que gostam ou dizem gostar de Punk. Muitas vezes assisto a comentários aos concertos organizados seja por quem for, que são verdadeiramente descabidos e injustos. 
As pessoas aqui em Portugal costumam pensar que andam todos nisto por dinheiro, que as bandas deviam tocar todas de borla, como se as bandas não tivessem que pagar várias despesas associadas aos instrumentos, discos, salas de ensaios e muitas mais coisas. 
Por vezes a diferença entre nós e o país vizinho está também na forma como as pessoas olham para os organizadores dos eventos, a seriedade das bandas, e a paixão que manifestam pela cena punk. Logicamente que não generalizo nada nem ninguém, mas tenho visto e ouvido muitas coisas que considero negativas, para que isto possa ser mais forte. 
Tenho ideia que se isto fosse no país vizinho, teriam sido vendidos muito mais bilhetes antecipadamente, como ficou provado com os bilhetes que tínhamos vendido até ao cancelamento. Eram maioritariamente espanhóis, e muitos ingleses e alemães. Até da Finlândia tínhamos público! 
Tudo isto tem vários motivos, como é óbvio. Eu sei que para nós 40€ valem muito mais do que para a malta desses países, mas com tantos meses de antecedência penso que era possível mais gente ter comprado bilhete aqui em Portugal, mas repito, não era de todo só isso que faria com que houvesse festival (mas que foi desmotivante lá isso foi…).





Billy News- Tens planos ou alguma perspectiva de avançares para um novo projecto semelhante, ou mesmo algo mais modesto, agora em 2016?

Carlos (Self-Rule) - Depois do que aconteceu com o “Barrinha Festival”, não é muito fácil imaginar-me envolvido em algo parecido tão cedo, como deves calcular. 
Não fecho a porta a essa possibilidade no futuro, até porque o que se pretendia era mais alguma “agitação” na cena punk em Portugal a juntar a outros bons concertos que outras organizações tem feito, e quanto a isso, estarei sempre presente! 
O Punk é o que me move desde os 13/14 anos, seja organizando concertos, seja com as minhas bandas, seja o que for… é o que gosto de fazer! No fundo o que importa é que algo parecido seja possível em Portugal, seja organizado por mim ou por outras pessoas. 
Estarei lá sem dúvida nenhuma a apoiar, e confiando nas pessoas até prova em contrário. 
Neste momento o meu projecto principal é o que me dá um enorme prazer, seja em que condições forem, que é a minha banda, os Self-Rule. Estou focado nisso agora.





Billy News- Quanto à tua banda (Self-Rule), conta-nos como decorreram estes últimos meses e se há novidades para breve.

Carlos (Self-Rule) - Algumas coisas mudaram mas não entre nós, já que continuamos a fazer as coisas da mesma maneira. Não foi muito fácil, sendo o vocalista da banda, pensar que iria estar em palco a tocar para algumas das pessoas que no fundo desiludi! 
De qualquer modo, o que mais me preocupava eram as consequências que isso iria ter na banda. Embora já esperasse algo do género, a verdade é que isto do festival fez com que tivéssemos menos convites para tocar. 
Mas tivemos um concerto memorável para nós que foi a comemoração de 20 anos de Cabeça de Martelo, organizado pelos sempre amigos, Frágil e Óscar (C.D.M.) no Porto-Rio (Porto). 
Continuamos a tentar tocar e compor, e se não surgirem convites havemos de tocar na mesma! 
Basicamente é isso que interessa, perceber onde se errou, para não repetir e seguir em frente. E é isso que faremos. 
Só temos uma Demo até agora, mas já temos músicas novas na calha para um futuro álbum. E vamos fazer isso… vamos continuar a viver para aquilo que nos move a todos… o Punk Rock!

Comentário:

Por fim, gostaria de agradecer a todos os que nos ajudaram ou tentaram ajudar, sejam eles família, amigos ou conhecidos e músicos (portugueses e estrangeiros). Sabem quem são!








The Dirty Coal Train - próximas datas ao vivo





 

quinta-feira, março 17, 2016

"26 Pictures That Show Just How Hardcore ’70s Punk Really Was"


O site Buzzfeed publicou uma foto-reportagem simplesmente com o sugestivo título...

26 Pictures That Show Just How Hardcore ’70s Punk Really Was





Podem ver todas as imagens nos site, clicando aqui!

 

Cut My Skin - gravações quase finalizadas e datas ao vivo confirmadas


A banda punk de Berlim, Cut My Skin está a finalizar as gravações em estúdio, dos temas que vão fazer parte do novo álbum a editar este ano. Mais detalhes vão ser divulgados brevemente.



Paralelamente, os alemães já têm várias datas confirmadas, entre as quais duas passagens por França...


CUT MY SKIN GIGS so far
---------------------
25.12.2016 - Chemnitz / Weihnachtspogo
10.09.2016 - Frankfurt/M. / AU
09.09.2016 - Köln / Sonic Ballroom
03. - 08.2016 france/belgium t.b.a. any help welcome
02.09.2016 - France / PUNKS SHADOW FESTIVAL
06.08.2016 - Berlin / RESIST TO EXIST
23.04.2016 - Berlin / Clash
22.04.2016 - Berlin / Tommyhaus



Podem acompanhar as notícias da banda, clicando aqui!




 

Filho de Malcolm McLaren e Vivienne Westwood pretende queimar artigos punk


Foi publicada uma curiosa reportagem no The Crack Magazine, sobre a estranha (ou talvez não) opinião de Joe Corré sobre as comemorações do 40º aniversário do punk britânico.

Trata-se do filho de Malcolm McLaren e Vivienne Westwood (agente dos Sex Pistols e ambos estilistas, que acompanharam a banda de perto desde 1976), que pretende queimar publicamente os artigos que possui herdados alusivos ao punk, num valor estimado em cerca de cinco milhões de libras.


“The Queen giving 2016, the Year of Punk, her official blessing is the most frightening thing I’ve ever heard,” 


 “Talk about alternative and punk culture being appropriated by the mainstream. Rather than a movement for change, punk has become like a fucking museum piece or a tribute act”.


Podem ler a reportagem na íntegra, clicando aqui!

 

Under Punk Party - evento em Cascais


UNDER PUNK PARTY
26 MARÇO 

FITACOLA + SUSPEITOS DO COSTUME + ESCORRAÇADOS + DJ PUNKER



++++++++++
BAR ABERTO DE JOLA


quarta-feira, março 16, 2016

Ramones - tour final foi há 20 anos


Há vinte anos, os Ramones realizavam a sua última digressão, depois de anunciarem ao mundo que "Adios Amigos" (de 1995) era o último álbum da banda depois de 22 anos de actividade.

Apesar de determinados, foi organizada uma extensiva tour final.

Por curiosidade, aqui fica um cartaz da passagem final pela Argentina, exatamente há vinte anos, dia 16 de Março...



De realçar as bandas convidadas, Iggy Pop, os alemães Die Toten Hosen e duas bandas locais.

Foram cerca de 70 mil argentinos que assistiram a este evento.

Uma outra curiosidade, Dee Dee Ramone morava em Buenos Aires nessa altura e foi convidado a participar (estava CJ na formação). O (na altura) ex-baixista apareceu no hotel onde estavam instalados os Ramones mas os seguranças não o reconheceram, apesar dos autógrafos na multidão. A produção do evento ainda conseguiu arrastá-lo para uma carrinha e seguir para o local do espectáculo, mas Dee Dee algo perturbado, saltou em movimento ao chegar à zona circundante e... nunca mais foi visto nesse dia.

Aqui fica um excerto desse dia, no River Plate Stadium (em Buenos Aires)...



Os Ramones acabavam meses depois, a 6 de Agosto de 1996 em Los Angeles (E.U.A.) num espectáculo que contou com imensos convidados.






terça-feira, março 15, 2016

Iggy Pop - regresso a Portugal confirmado em Julho 2016


Têm sido muitas as notícias divulgadas sobre Iggy Pop (basta espreitar os últimos dias aqui no Billy News).

A organização do festival Super Bock Super Rock acaba de confirmar a presença do iguana na edição deste ano, no próximo dia 15 de Julho que se realiza no Parque das Nações em Lisboa.

Este regresso ao nosso país, será com certeza integrado na divulgação do último álbum "Post Pop Depression" (podem ler os detalhes, clicando aqui).


Colocamos o cartaz em tronco nu.


Iggy Pop confirmado no Super Bock Super Rock a 15 de julho, no Palco Super Bock.



segunda-feira, março 14, 2016

Bad Religion - concerto no Lollapalooza Brasil 2016 (vídeo)


Ainda há pouco tinha sido referido aqui no Billy News que os Bad Religion tinham confirmado uma digressão europeia com passagem por Espanha (ver post abaixo).


Aqui fica a actuação na íntegra do espectáculo da banda no Lollapalooza realizado no Brasil no passado dia 12 de Março.

São quase 60 minutos de concerto, que podem ver já abaixo...




Setlist: 

• Fuck You 00:00
• 21st Century (Digital Boy) 00:55
• Sinister Rouge 04:01
• Come Join Us 06:45
• New America 08:47
• Do What You Want 13:07
• You Are (The Government) 14:15
• Delirium of Disorder 15:31
• Suffer 17:13
• New Dark Ages 19:34
• Supersonic 22:09
• Prove It 24:01
• Can't Stop It 25:15
• Atomic Garden 26:28
• Los Angeles Is Burning 30:01
• I Want to Conquer the World 33:18
• Punk Rock Song 35:33
• You 38:37
• Fuck Armageddon... This Is Hell 40:45
• Infected 43:50
• Sorrow 47:42
• Generator 50:55
• American Jesus 54:17

Kaló (Tédio Boys, Bunnyranch, Parkinsons) - novo projecto The Twist Connection


O reconhecidíssimo e enérgico baterista/vocalista Kaló, que passou por bandas como Tédio Boys, Wray Gunn, Bunnyranch, The Dirty Coal Train, Tiguana Bibles, Garbage Catz e The Parkinsons, tem um novo projecto.

Os The Twist Connection formaram-se em Coimbra já no início de 2016 e Carlos Mendes conta com Samuel Silva (The Jack Shits, Los Saguaros, Sonic Reverends) na guitarra e Tiago Coelho (Speeding Bullets) no baixo.



A sonoridade rock´n`roll mantém como base inabalável, as influências vão desde blues, rockabilly, soul, 60´s garage, pop, psych, punk rock, post punk e new wave.

Mas já se sabe, o ritmo, a energia (e especialmente a entrega) que Kaló presta habitualmente nas suas bandas ou mesmo nos projectos em que é convidado, são inconfundíveis, daí que se aguarda com curiosidade pelas prestações ao vivo.

Aqui fica uma pequena amostra dessa sonoridade...




Para já, têm várias datas confirmadas, no Porto, Santo Tirso, Lisboa, Barreiro, Loulé, Leiria, Coimbra, Évora e Portalegre.



Podem obter mais detalhes sobre os The Twist Connection clicando aqui!

Chapa Zero finalizam gravações do próximo álbum



Amigos e Amigas dos Chapa Zero: é com um enorme prazer que anunciamos aqui o final das gravações do nosso segundo disco (título a ser anunciado em breve) com o Mestre Emanuel Ramalho. Foram meses em que aprendemos imenso como músicos (e não só) e de lá trazemos recordações para o resto da vida.





Agora é hora do trabalho invisível do Mestre. Daqui a bocado já estamos aí com a rodela na mão e prontos para o que der e vier - no nosso caso, tocar punk rock honesto e sem merdas, num sítio perto de vocês.

Ao Emanuel Ramalho deixamos o nosso ENORME abraço de gratidão por tudo. Um Grand'a Obrigado, Mestre!

Abraços para todos/as e vêmo-nos em breve na estrada. Agora é hora de afinar a máquina para promover este disco.
 
                                                https://www.facebook.com/chapazero/
 
 
 
 
 

domingo, março 13, 2016

Iggy Pop - novo tema "I Dig Your Mind" (online)


Como já foi referido aqui no Billy News, Iggy Pop referiu que «Post Pop Depression» pode ser o último álbum da autoria do iguana.

Felizmente, Iggy não pára e trabalhou num novo tema para uma série televisiva, em jeito de banda-sonora.

Trata-se de Vynil (exibida pela HBO) e esta versão dos Nervous Breakdowns irá surgir num dos próximos episódios.

O electrizante tema "I Dig Your Mind" foge da sonoridade sombria do último trabalho e é mesmo alusivo aos primeiros tempos dos Stooges, com as teclas a darem uma densidade especial, bem ao jeito da década de 1970.

Esperemos que, apesar do comunicado do vocalista,  continuem a surgir propostas destas, brevemente.

Podem ouvir a faixa já abaixo...

sábado, março 12, 2016

The Nailheads "Downtown, No Place" (vídeo)


Os punks canadianos The Nailheads prepara-se para lançar um novo álbum, intitulado «Too Cool For School», este ano.

Será o terceiro disco da banda formada em Montreal (em 2008) que está na fase final de produção.

Para já, disponibilizaram um novo vídeo, de "Downtown, No Place", faixa do último trabalho «Finish ´Em Off With A Bat!» (2014), que podem ver já abaixo...

Beja Alma Rock - evento rock em Beja (hoje)



Giuda - glam/punk/rock de Itália ao vivo no Bar Popular (Lisboa)


Os italianos Giuda vêm actuar no nosso país, mais exactamente amanhã dia 13 de Março (Domingo).

Praticantes de um rock fortemente influenciado pelo glam, punk e mesmo por alguma pop, a banda de Roma tem realizado nos últimos meses uma enorme digressão em promoção do recente disco "Speaks Evil" que passou pelos E.U.A. e agora, se estreia no nosso país.


A partir das 16 horas vão entrar no palco do Bar Popular em Lisboa (sala situada na rua António Patrício, nº 11 B, em Alvalade).

Podem saber mais detalhes dos Giuda, clicando aqui!

Aqui fica um vídeo captado ao vivo em Janeiro passado, do tema «Working Class Man» (faixa que consta no último disco).





sexta-feira, março 11, 2016

Acidez - Novo álbum "Welcome To The 3D Era" (online)


A banda punk mexicana Acidez (formadas em 2003) disponibilizou para audição o seu novíssimo álbum.


Podem ouvir "Welcome To The 3D Era" na íntegra, já abaixo...




Ex Votos com Punkarma ao vivo no Bar Popular (Lisboa)



Bar Popular
Rua António Patrício, nº 11 B - Alvalade - Lisboa

(paralela à Av. Estados Unidos da América, pouco acima da estátua do Santo António)