Calendário
quinta-feira, março 17, 2011
Matanza "Remédios Demais"
O tema escolhido é «Remédios Demais» e contém imagens da banda em ambiente de estúdio, em gravações...
M´as Foice - vídeo do concerto de 2011
Para info mais completa deste evento, podem ler a entrevista ao baixista Miguel Falcão, em post abaixo...
quarta-feira, março 16, 2011
M´as Foice - entrevista a Miguel Falcão (baixista)
Quem já ouviu falar dos M´as Foice sabe que é sinónimo de confusão, teatralidade e muita imaginação cénica e musical em palco!
A mítica banda de Coimbra decidiu juntar-se há dias, após cerca de 20 anos de paragem.
O Billy News entrevistou Miguel Falcão (o baixista de sempre) e questionou-o sobre o passado, presente e eventual futuro. As palavras do músico elucidam-nos e seguem já abaixo.
Billy- Para começar, gostaria que nos dissesses como foi o início dos M´as Foice, quem eram os elementos, o que pretendiam, em que ano se formaram, só para sintonizar os leitores.
Miguel Falcão- A primeira formação tinha apenas o Alex, o João Paulo e o Sérgio e é de 1987 e surgiu ainda numa fase que se experimentava as coisas sem um objectivo definido. Nessa altura começaram a aparecer espontâneamente bandas novas em Coimbra. Foi o início de um período bastante interessante. Havia vontade de fazer música, lugares disponíveis para o fazer e muito público nos concertos.
Billy- Não que tivesse grande importância, mas houve sempre alguma confusão com o nome da banda, até no Blitz e em jornais especializados da altura. M´as Foice, É Mas Foice… isso foi devido ao vosso tema com o mesmo refrão, ou não?
Miguel Falcão- O nome da banda é o logotipo, (já diz a letra de "Martelo e Foice"). Um "eme", um "as" e uma foice desenhada ... normalmente punha-se entre parentesis a maneira como ler: "émasfoi-se". Acho engraçado que ninguém conseguisse ter a certeza como escrever, mas todos sabiam quem éramos!!! Ao contrário do que se faz agora com o (des)acordo ortográfico que querem escrever tudo de uma só maneira e depois não se sabe do que se está a falar!!
Billy- Os vossos concertos eram cheio de peripécias e bastante recordados, recheados de imaginação cénica e grande aparato. Infelizmente há poucas imagens disponíveis (como na Guarda num evento em que também participaram os Censurados). Chegaram a vir tocar ao saudoso Rock Rendez-Vous. De que concertos guardas mais memória?
Miguel Falcão- Os concertos do Johnny Guitar foram muito bons. Recordo-me de praticamente todos... ás vezes também me vêm contar histórias de certos concertos que já não me lembrava e depois me recordo!
Uma dessas histórias foi de termos começado a tocar "Cai neve, cai neve no jardim".... e nisto entra o Toni e o Jêpe pelo meio do público com um saco de farinha cada um... e pronto... nevou!
Billy- Lembro-me do concerto no Johnny Guitar em que o palco era um verdadeiro estendal de roupa, com farinha a voar pela sala (e com dedicatória do tema seguinte ao pessoal ´mais velho` que está de ´cabelo branco`) e um dos vossos animadores de serviço chegou mesmo a partir umas costelas por andar lá aos saltos. Era sempre assim, nunca chegaram a dar um concerto com uma postura em palco digamos ´normal`?
Miguel Falcão-Nós sempre fizemos o que nos apetecia... ao jantar combinávamos o que íamos fazer, mas depois já ninguém se lembrava do que tínhamos combinado! A postura mais "normal"... nos concursos nunca dava para fazer tanta "javardeira" porque eram 4 ou 5 músicas que tocávamos... mas em compensação tínhamos cenários mais preparados, roupas e outros aspectos visuais que acabavam por fazer o espectáculo interessante para nós e para quem nos via. Depois houve o tal protesto no RRV onde fomos vestidos de grupo de baile e o JêPê esteve de sopeira a limpar o palco.
Billy- Criaram um dos temas mais caricatos, mas ao mesmo tempo inesquecível que ficou na história da chamada ´música moderna portuguesa`, a faixa “Coca-Cola Billy”. Ao vivo já sentiam esse ênfase do público pelo tema, a aderir efusivamente ou era um pouco indiferente de concerto para concerto?
Miguel Falcão- Nós já tínhamos a noção que o Coca Billy era a música que quase toda a gente mais conhecia e gostava. Como tínhamos mais coisas e novas para apresentar, tentámos nunca exagerar no destaque a essa música e fazíamos questão em mostrar sempre as outras de que igualmente gostávamos. E sinceramente, depois de estar lá dentro do concerto, havia músicas que causavam todos os tipos de reacção do público, e cada noite era de um modo diferente. Mas reconheço que é uma música única, até porque é bem longa para um "single" e tem partes muito variadas como se fosse uma mini ópera rock.
Billy- De um modo mais geral, qual foi o motivo por que a banda acabou? Terminaram mesmo ou apenas decidiram parar e acabou por passar estes anos todos?
Miguel Falcão- Sempre dissemos que só existiríamos enquanto nos divertíssemos, e nessa altura não nos estávamos a divertir como antes - estávamos um pouco desanimados porque não nos deram o disco que ganhámos na mostra de Coimbra e víamos a nossa evolução difícil. Como tínhamos outras coisas que nos estavam a dar mais interesse fazer naquela altura, foi cada um à sua vida. Não foi parar, acabámos mesmo.
Billy- O que vos motivou para este regresso (concerto dado no passado dia 5 de Março no Teatrix em Coimbra) quase 20 anos depois?
Miguel Falcão- Saudades de estarmos juntos, vontade de estar em palco e ver como é que isto poderia soar com as condições de hoje em dia. Mas acima de tudo, o convívio.
Billy- Há planos para continuarem a tocar ao vivo ou este evento foi único? Podemos esperar a banda em palco brevemente ou apenas daqui a mais vinte anos?
Miguel Falcão- Nós a brincar dizemos que só daqui a 20 anos... adorámos todos este concerto e todos os ensaios que fizemos.... a única coisa que ficou marcada foi uma patuscada.
(imagens de vários eventos, cedidas gentilmente por Miguel Falcão)
terça-feira, março 15, 2011
Albert Fish entrevistados no Moss Deb77

Rattus- Os Albert Fish nasceram em 1995 e a história também é da praxe relativamente a qualquer banda Punk Rock… 5 amigos juntaram-se para fazer barulho, curtirem ao máximo e porque não… colocar o dedo na ferida relativamente a alguns tópicos por vezes incómodos. A banda já sofreu algumas alterações no line up e 16 anos são um pouco difíceis de sintetizar em algumas linhas, mas contamos com 2 álbuns, 2 split cds, várias demos, 7” e compilações. Temos algumas centenas de concertos nas pernas incluindo algumas Tours pela Europa e uma no Brasil.
Podem ler a entrevista na íntegra, clicando aqui!
Gravershop - novidades

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Foo Fighters - EP de covers
Trata-se de um EP em vinil exclusivamente com versões e intitula-se "Medium Rare".
Segue abaixo o alinhamento das faixas:
Band On The Run (Paul McCartney and Wings)
I Feel Free (Cream)
Life Of Illusion (Joe Walsh)
Young Man Blues (Mose Allison)
Bad Reputation (Thin Lizzy)
Darling Nikki (Prince)
Down In The Park (Gary Numan)
Baker Street (Gerry Rafferty)
Danny Says (The Ramones)
Have A Cigar (Pink Floyd)
Never Talking To You Again (Husker Du)
Gas Chamber (Angry Samoans)
This Will Be Our Year (The Zombies)
O lançamento será pela Record Store Day e está previsto para o próximo dia 16 de Abril.
segunda-feira, março 14, 2011
Paulo Eno em entrevista
Entrevista realizada pela Vice Magazine a Paulo Eno - "A favor da luxúria, contra as bad trips"


É uma das figuras portuguesas mais vistas no YouTube e tem clubes de fãs um pouco por todo o lado, até no México. Porquê?
Tem 50 anos e dança vestido de Homem-Aranha no Bora Bora Beach Club, em Ibiza, desde 2001. É o animador de serviço e uma das figuras mais conhecidas do reduto raver de Espanha — vejam o vídeo dele com duas moças e digam-nos se a sua cara não é a expressão máxima da felicidade.
Hedonista, comunista, técnico cultural na Câmara de Coimbra, punk, músico experimental e dadaísta, eis Paulo Marques, também conhecido por Paulo Eno.
Podem ler a entrevista, clicando em "Comments" já abaixo...
Peste & Sida em estúdio

A banda está empenhada nas gravações, para cumprir a altura estipulada para o novo disco ser editado (o sucessor de "Cai No Real" de 2007), ou seja em Abril deste ano.
Os Peste contam avançar mais novidades muito em breve, tais como o título do disco, editora e datas confirmadas da apresentação ao vivo dos novos temas.
Lost Tickets - blog de bilhetes de eventos
Abaixo está o evento que marcou a estreia dos Rage Against The Machine e das L7 no nosso país...

Super Bock Super Rock
Apocalyptica, Echo And The Bunnymen,
Skank, Ani DiFranco, Ramp,
Blasted Mechanism
Passeio Maritimo de Algés
Lisboa
5 Jul 1997
Podem espreitar o blog, clicando aqui!
Simbiose em Inglaterra e Suécia

No dia 27 de Maio participam no Scum Fest que se realiza em Londres (Inglaterra).
Mais tarde, a 25 de Junho juntam-se ao Punk Illegal Festival que decorre na Suécia.
Podem se manter actualizados com as novidades da banda, clicando aqui!
Electrocordel - estreia ao vivo
Integra elementos de várias bandas activas e outras já extintas, mas apresenta-se como algo fresco e pronto para despertar a curiosidade dos ouvintes.

Possuem já bastantes temas compostos e prontos a apresentar, essa estreia vai se realizar no dia 21 de Abril no Pátio do Sol, espaço na Fábrica da Pólvora na zona de Barcarena/Oeiras.
Uma interessante proposta, a não perder...
R12 "E Digo Que Sim"
O tema é «E Digo Que Sim»...












