Entrada livre, contribuição livre para as bandas (tocam entre as 21h e as 23h), Cerveja do Belga, outras bebidas, bifanas, seitanas e convívio entre amigos até às tantas...
A banda norte-americana anunciou na sua página que vai lançar um novo trabalho, o primeiro em cerca de 30 anos.
"Revenge Of Nervous Breakdown" é um EP com cerca de 4 faixas, será editado em formato vinil (7") e CD, numa edição limitada que estará em fase de pré-venda a partir do próximo dia 26 de Outubro.
Curiosamente, não vem referido directamente que se trata de quatro versões dos Black Flag, no alinhamento surge «Depression», «Fix Me», «Revenge» e «Nervous Breakdown».
Podem obter mais informação sobre esta edição dos Circle Jerks, acedendo aqui!
Os Xangaih da Baixa da Banheira ao vivo no Espaço da Associação Vortex em Lisboa, num evento em que também participaram os Brux de Barcelona, em 17 de outubro de 2026.
(texto e vídeo por Paulo Martins, podem ver mais vídeos disponíveis na sua página acedendo aqui!)
A banda norte-americana disponibilizou uma nova versão dum tema do mítico álbum «Age Of Quarrel».
Neste "It's The Limit" contam com Meg Mills dos Turnstile na voz e o tema está inserido no disco ´40 Years Of Quarrel` que será lançado pelos Cro-Mags no próximo dia 13 de Novembro, numa reinterpretação de todas as faixas do álbum lançado em 1986.
É hoje, 17 de Outubro que a banda do Pinhal Novo vai actuar em Marvila.
Os Ervas Daninhas são a primeira banda a subir a palco na Cervejeira Dois Corvos (espaço situado na Rua Capitão Leitão, nº 94, 1950-052 Lisboa) às 16 horas, com entrada livre.
Depois actuam mais bandas, o evento é inserido no Oktober Fest daquela zona lisboeta.
Hoje, 16 de Outubro quem comemora mais um aniversário é o Helder Filipe Luiz, guitarrista/vocalista dos Chapa Zero (e também mentor e único elemento da formação original).
De recordar que a banda de Benfica (Lisboa) lançou recentemente o álbum "Pedra Dura" e têm vários concertos agendados em divulgação do disco, podem obter mais detalhes aqui!
No dia 15 de Outubro de 1981 a banda escocesa actuou em directo no programa televisivo britânico, aqui fica um relato do que se sucedeu após a apresentação...
Circa 1981, The Exploited were invited to perform on BBC's Top of the Pops, one of the most watched music programs in all of Britain, and what happened next became one of the most jaw-dropping and bitterly ironic moments in punk rock history.
Their single "Dead Cities" had already climbed to number thirty-one on the UK national charts and reportedly sold around twenty thousand copies before the television appearance, a remarkable achievement for a raw punk band from Edinburgh who played loud, fast, and completely unfiltered.
But the moment they appeared on that shiny mainstream stage, something extraordinary happened in reverse. Sales the very next day dropped to roughly fifty copies. Fifty. Their own fanbase, the fiercely loyal working-class punks and skinheads who had claimed The Exploited as their own, saw the television appearance as an unforgivable act of selling out.
The hardcore punk band Conflict was so outraged that they recorded an entire song called "Exploitation" specifically about The Exploited's decision to appear on the show, igniting a fierce rivalry that divided the punk community for years.
And yet, to this day, music critics and historians call that Top of the Pops performance "incendiary," describing it as the perfect raw soundtrack to a Britain that was literally burning, with city riots erupting across the country that very summer of 1981.
The Exploited had walked into the most commercial music show in Britain and still managed to be the most dangerous thing on television.
They didn't sell out, they just terrified a new audience. The irony is staggering, the beauty is real, and the legend of that performance only grows with every passing decade.
A banda vegan straight edge de São Paulo (já com cerca de 30 anos) em que o actual baixista de Ratos De Porão também faz parte vai marcar a sua estreia no nosso país.
O evento ´Edge Fest` em que participam os Point Of No Returndecorre a 18 de Outubro (Domingo) na ADF em Pedrouços (Lisboa).
Tem início às 15h30 e participam mais três bandas (ver detalhes no calendário do blog, no topo).
Já está disponível em DVD e Blu-Ray o documentário sobre a banda fundada em Nova Iorque em 1999.
"Scream of My Blood: A Gogol Bordello Story" reporta os cerca de 27 anos de actividade e activismo dos Gogol Bordello, tanto em palco como por detrás dele.
Já abaixo podem ver o trailer deste documentário...
With Ukraine’s sovereignty and cultural identity under perilous threat, punk icons Gogol Bordello, are using their music as a rallying cry for a nation.
Through never-before-seen photo and video archives spanning two decades - including concert performances, backstage moments and intimate interviews - this film follows the epic journey of Eugene Hütz, Gogol frontman and one of the greatest storytellers of our time.
A Romani born in Ukraine, Hütz fled his homeland during the Chernobyl disaster.
Now, after years of exorcising demons through his music, he is going home to face down the biggest demon of all.
A wild punk-rock-doc that explodes off the screen, Scream of My Blood is a testament to the power of speaking your truth, no matter the cost.
Já em fase de pré-compra via Rastilho, no formato em CD e duplo vinil...
Depois do aplaudido e premiado álbum de estúdio Viva la Muerte!, os Mão Morta levaram para a estrada um espectáculo que transformou as nove canções do disco num manifesto de palco – físico, sombrio e frontal. Viva la Muerte! Ao Vivo é o registo desse espectáculo, que ganhou vida própria ao longo da sua digressão.
Mas Viva la Muerte! Ao Vivo não é apenas a transposição para disco de um espectáculo concebido para o palco. Gravado em vários momentos da digressão, ele é o testemunho de uma experiência em que música, imagem, corpo e palavra se juntam para enfrentar o espectro do autoritarismo, o avanço do ultranacionalismo, o desprezo pelo conhecimento, o culto da morte, o retorno do belicismo e a tentação totalitária que atravessa o presente. Não há distância nem nostalgia, o que está em causa é o presente e o que nele se anuncia.
Viva la Muerte! Ao Vivo também não é unicamente o retrato de uma digressão, é a transformação de um espectáculo num documento sonoro de um tempo inquietante. Se o álbum de estúdio procurava diagnosticar as ameaças do presente, este disco mostra os Mão Morta a enfrentá-las diante de um público – sem recuo, sem refúgios no passado, sem abdicar da palavra.