As diversas correntes do punk têm uma origem comum na contestação da ordem estabelecida, da opressão e das desigualdades sociais.
A luta contra o capitalismo e a exploração do trabalhador tornou-se uma das suas expressões mais importantes.
Quando o Estado se impõe como agente opressor, e não como fomentador do bem-estar social, o punk torna-se também anti-Estado.
Mas não é necessariamente anti-Estado por ser anti-Estado por definição.
É contra a opressão do Estado opressor, é contra o ambiente que o Estado cria para que o poder econômico se desenvolva às custas do trabalho e da exploração do trabalhador.
Para ler o texto na íntegra da autoria de Raul Rodrigues, acedendo aqui!

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